Bahia - Porto Seguro e Nordeste Brasileiro

Covid-19: selo ‘Porto Seguro Responsável’

É inegável o impacto gerado em decorrência da pandemia de Covid-19 em vários setores e, no turismo da cidade de Porto Seguro, no estado da Bahia, não é diferente.

Segundo a Organização Mundial do Turismo (OMT), a estimativa é que as viagens internacionais e nacionais registraram uma queda média de 70% ao longo do ano de 2020, o que representa uma perda de US$ 730 bilhões ao setor. Embora algumas restrições estejam mais moderadas, a OMT não prevê uma recuperação antes do fim de 2021 e, para alguns especialistas, isso somente ocorrerá no ano de 2022 após a vacinação em massa da população mundial.

Esta retração nas viagens, seja a negócio ou turismo, é explicada pela imobilidade imposta por medidas de isolamento social, muitas vezes severa como o lockdown, ou seja, o bloqueio total ou confinamento, que é um protocolo de isolamento que impede o movimento de pessoas ou cargas.

Para tentar minimizar o drástico efeito da pandemia sobre o setor de turismo e na economia da cidade, a Prefeitura de Porto Seguro, por meio das Secretarias de Saúde e Turismo, e a Superintendência de Vigilância em Saúde, criou o Selo ‘Porto Seguro Responsável’.

A finalidade deste Selo é fortalecer as novas medidas de prevenção e contenção frente à pandemia de Covid-19 que o mundo está enfrentando.

O projeto ‘Porto Seguro Responsável’ apresenta protocolos de procedimentos e boas práticas no setor de serviços, gastronomia e hoteleiro, reforçando medidas de distanciamento, limpeza e segurança em Saúde e, desta maneira, demonstrar para todos que o município está apto para receber turistas com toda garantia exigida no momento.

Para que o estabelecimento exiba em suas dependências o Selo ‘Porto Seguro Responsável’ e, desta maneira, seja considerado com um local seguro para os munícipes e visitantes, é necessário:

• Realizar as adequações previstas no Programa ‘Porto Seguro Responsável’;
• Encaminhar o Termo de Responsabilidade à Vigilância Sanitária;
• Solicitar a vistoria dos órgãos sanitários que verificarão, dentre outros detalhes, a garantia quanto às boas práticas de higienização, manipulação de alimentos. O selo dará segurança aos hóspedes, por exemplo, de que a rede hoteleira cumpre com as adequações listadas no Protocolo de hotelaria e meios de hospedagem; e,
• Obter, após o cumprimento de todas as exigências, o Selo ‘Porto Seguro Responsável’.

Os hotéis e pousadas que forem aprovados no projeto pela vigilância Sanitária ficam autorizados a funcionar com até 70% (setenta por cento) da sua capacidade, conforme protocolo sanitário de hospedagem, embora algumas áreas em comum, como a brinquedoteca e salas de jogos devam permanecer fechadas para os hospedes.

É importante ressaltar que, apesar da pandemia e as consequências que podem resultar em razão de passeios, ainda que ao ar livre, que é obrigatório à utilização de máscaras cobrindo o nariz e a boca pelos turistas e visitantes, higienizar as mãos o máximo de vezes possível e manter o distanciamento social seguro. “Mesmo tomando todos os cuidados é importante ficar atenta para não contaminar a família”, afirma a dona de casa Rose Noronha.

Protocolos básicos:

No site da Prefeitura de Porto Seguro sobre as diretrizes do selo ‘Porto Seguro Responsável’, os estabelecimentos devem atender os seguintes protocolos básicos:

1. Assegurar a lavagem e desinfecção das superfícies onde colaboradores e consumidores circulam;

2. Promover a medição da temperatura de todos os frequentadores na entrada do estabelecimento, observando que a clientela que apresente febre (37,8ºC segundo a OMS) ou mesmo febre autoreferida, deve ser orientada a buscar o serviço de saúde e seu acesso não deve ser permitido;

3. Realizar a limpeza várias vezes ao dia das superfícies e objetos de utilização comum (incluindo balcões, interruptores de luz e de elevadores, maçanetas, puxadores de armários, entre outros);

4. Promover a renovação de ar, regularmente, das salas e espaços fechados, abrindo as janelas e portas para passagem da corrente aérea e não utilizar função de recirculação de ar em espaços de uso exclusivo de ar condicionado;

5. Disponibilizar álcool 70% nas formas disponíveis (líquida, gel, spray, espuma ou lenços umedecidos) em locais estratégicos como: entrada do estabelecimento, acesso aos elevadores, balcões de atendimento para uso de clientes e trabalhadores;

6. Utilizar lixeiras que não precisem ser abertas manualmente e esvaziá-las várias vezes ao dia;

7. Disponibilizar nos banheiros, sabonete líquido e toalhas de papel descartáveis;

8. Disponibilizar cartazes com informações/orientações sobre a necessidade de higienização das mãos, uso do álcool 70% nas formas disponíveis (líquida, gel, spray, espuma ou lenços umedecidos), uso de máscaras, distanciamento entre as pessoas, limpeza de superfícies, ventilação e limpeza dos ambientes;

9. Providenciar o controle de acesso, a marcação de lugares reservados aos clientes, o controle da área externa do estabelecimento e a organização das filas para que seja respeitada a distância de pelo menos 1,5 metros entre as pessoas.

10. A utilização de máscaras facial é obrigatória para clientes e colaboradores em todos os estabelecimentos comerciais, incluindo os setores.

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