Bahia - Porto Seguro e Nordeste Brasileiro

Operação Porto Seguro: 32,2% dos empregos na Bahia são do Agronegócio

Operação Porto Seguro: 32,2% dos empregos na Bahia são do Agronegócio

O Portal Operação Porto Seguro apurou os dados apresentados pela Superintendência de Estudos Sociais e Econômicos da Bahia (SEI) que fez uma estimativa da ocupação do agronegócio baiano. A pesquisa considera as pessoas de 14 anos ou mais de idade ocupadas em relação à força de trabalho.

O estudo é estruturado em duas perspectivas, a primeira, que trata dos componentes do Agronegócio em quatro subsetores, evidenciou que a Agropecuária responde por 48,2% do pessoal ocupado no Agronegócio, o Agroserviços com 41,3%, a Agroindústria com 10,2% e o subsetor do Agroinsumos com 0,4% da ocupação.

Na segunda perspectiva, o Agronegócio é comparado aos demais setores da economia baiana. Neste sentido, o trabalho evidencia que 32,2% das pessoas ocupadas em relação à força de trabalho, na Bahia, no ano de 2019, trabalhavam na cadeia do Agronegócio. Desse modo, o primeiro e segundo setores que mais empregavam na economia baiana são ligados à cadeia do Agronegócio, sendo, respectivamente, a Agropecuária (15,5%) seguida do Agroserviços (12,9%), posteriormente vêm os outros setores não ligados ao Agronegócio como Educação, Saúde humana e serviços sociais (13,1%) e o Comercio (12,8).

O estudo também evidenciou que 40,7% da ocupação do Agronegócio é composta por trabalhadores por conta própria, 28% composta por empregados do setor privado sem carteira de trabalho assinada, 19,2% por empregados do setor privado com carteira de trabalho assinada, 8,2% por trabalhador familiar auxiliar e 3,9% por empregadores. A remuneração média do trabalho principal era de R$3.209,00 para os empregadores, R$1.343,00 para os trabalhadores com carteira assinada, R$640,00 para os trabalhadores por conta própria e R$600,00 para os sem carteira de trabalho assinada.

A agricultora Rosi Mary Vieira tem uma pequena propriedade em operação e vem colhendo bons frutos. “Tenho feito cursos e aprimorando a gestão da minha produção”, comenta. Já Paulo Weber Noronha avalia que falta crédito no campo. “Se o governo apoiar mais, melhora”, encerra o agricultor que cultiva hortaliças. 

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